Poesia é busca, não conquista. Agora, nada de derrames, apenas sobriedades; que se volte ao mundo concreto, não ao interior, de equívocos; o terreno, não o aéreo; o calor, não a sensação de; o beijo, não o romance.
Fardo, o vômito sem remédio, a dor sem ferida, sorriso sem dentes, canção de morte viva. Textura, luz, cor. Razão. Abraço, não aceno de despedida.
8 de maio de 2017.